A Comissão Especial para diagnóstico e avaliação da Rede de Saúde do RS, presidida pelo deputado Mauro Sparta (PSDB), realizou reunião ordinária na tarde desta quinta-feira (4). O parlamentar fez um relato das visitas técnicas realizadas, desde o início do ano, nas Coordenadorias Regionais de Saúde do RS.
Sparta destacou que a comissão não fez recesso, mantendo o calendário de visitas técnicas a 16 das 19 Coordenadorias Regionais de Saúde do Estado. Como constatação do quadro diagnóstico da saúde no Rio Grande do Sul, Sparta disse que ela está alicerçada nas prefeituras e não existe prefeito que utilize menos de 15% do orçamento municipal para a saúde. "É notório que o Estado precisa colocar os 12% e a União 10%", sublinhou.
O presidente da comissão disse ter constatado que as condições de atendimento à saúde nas diversas regiões do estado não são as mesmas. Algumas regiões apresentam deficiência nas áreas de traumatologia, neurocirurgia, leitos de UTIs ou no atendimentos de baixa complexidade. Como exemplo deste quadro diverso, Sparta citou as dificuldades de atendimento a casos de alta complexidade no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, onde apenas um dos hospitais atende este tipo de demanda.
Por outro lado, outras regiões possuem hospitais capazes de atender casos de alta complexidade com capacidade semelhante aos melhores estabelecimentos hospitalares existentes na capital. "Estas viagens têm mostrado também muitas coisas positivas, como uma rede de hospitais regionalizados muito fortes, bem aparelhados e que efetivamente fazem um trabalho capaz de evitar que muita gente se desloque até a Região Metropolitana", avaliou.
Com a entrega de relatório final prevista para o final de março, a comissão realizará ainda três visitas técnicas: amanhã (5) em Santa Maria, no dia 12 em Uruguaiana e em Pelotas em data a definir. Também está agendada uma audiência pública em Porto Alegre, no dia 19 de março.
Também participaram da reunião os deputados Sandro Boka (PMDB), Jorge Gobbi (PSDB), Raul Pont (PT) e Raul Carrion (PCdoB).
Sparta destacou que a comissão não fez recesso, mantendo o calendário de visitas técnicas a 16 das 19 Coordenadorias Regionais de Saúde do Estado. Como constatação do quadro diagnóstico da saúde no Rio Grande do Sul, Sparta disse que ela está alicerçada nas prefeituras e não existe prefeito que utilize menos de 15% do orçamento municipal para a saúde. "É notório que o Estado precisa colocar os 12% e a União 10%", sublinhou.
O presidente da comissão disse ter constatado que as condições de atendimento à saúde nas diversas regiões do estado não são as mesmas. Algumas regiões apresentam deficiência nas áreas de traumatologia, neurocirurgia, leitos de UTIs ou no atendimentos de baixa complexidade. Como exemplo deste quadro diverso, Sparta citou as dificuldades de atendimento a casos de alta complexidade no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, onde apenas um dos hospitais atende este tipo de demanda.
Por outro lado, outras regiões possuem hospitais capazes de atender casos de alta complexidade com capacidade semelhante aos melhores estabelecimentos hospitalares existentes na capital. "Estas viagens têm mostrado também muitas coisas positivas, como uma rede de hospitais regionalizados muito fortes, bem aparelhados e que efetivamente fazem um trabalho capaz de evitar que muita gente se desloque até a Região Metropolitana", avaliou.
Com a entrega de relatório final prevista para o final de março, a comissão realizará ainda três visitas técnicas: amanhã (5) em Santa Maria, no dia 12 em Uruguaiana e em Pelotas em data a definir. Também está agendada uma audiência pública em Porto Alegre, no dia 19 de março.
Também participaram da reunião os deputados Sandro Boka (PMDB), Jorge Gobbi (PSDB), Raul Pont (PT) e Raul Carrion (PCdoB).
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